Paradoxo de Fermi

COCEIRINHA: aquela pulga atrás da orelha… Você já olhou para o céu e se perguntou se existe vida em outro planeta? Ou se realmente está sozinho? O físico italiano Enrico Fermi, que arquitetou o reator nuclear, também desenvolveu uma teoria que tenta explicar isso: o Paradoxo de Fermi.

Não conhece? É um conflito entre um argumento de escala e probabilidade e a falta de evidências. Com esse questionamento, instigou o nascimento da equação Drake proposta pelo astrônomo Frank Drake. É um argumento probabilístico usado para estimar o número de civilizações extraterrestres ativas na via láctea na qual poderíamos ter a chance de contato.

Para encontrar uma solução, os cientistas desenvolveram 3 categorias com o objetivo de catalogar os planetas: Tipo I Pode armazenar e usar toda a energia do seu próprio planeta; Tipo II Pode armazenar  e utilizar toda a energia proveniente da sua própria estrela hospedeira; Tipo III Consegue usar e armazenar energia equivalente a sua galáxia inteira.

Talvez surja uma pulga atrás da orelha sobre a diferença entre planeta e estrela. Para este fim, sabemos que os planetas refletem a luz do sol e as estrelas emitem a sua própria. Portanto, precisamos olhar a constância do seu brilho; se piscarem são estrelas, caso contrário, são planetas. 

Os cientistas, matemáticos, físicos e todas essas pessoas que estudam bastante, criaram dois grupos distintos a fim de tentar responder essa questão. O grupo 1 acredita que as civilizações do Tipo II e Tipo III  não existem, pode ser que esse grau de desenvolvimento exija tanto, que nenhuma civilização dure tanto.

Já o grupo 2 alega que podem existir civilizações do Tipo II e Tipo III, mas, devido a certas razões, nunca fizeram qualquer contato conosco. 

E aí, tem alguma dúvida? Qual sua opinião sobre esse assunto?

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