Palavras

COCEIRINHA: Aquela pulga atrás da orelha… • Neste exato momento, você está percorrendo seu olhar por um plano virtual e decodificando símbolos socialmente convencionados.

Palavras, querido leitor, palavras! Tudo existe porque uma palavra o nomeia, seja ela em qual língua for. Segundo o linguista Benveniste “é na língua e pela língua que o homem se constitui”.

Agora mesmo, tem alguém cumprimentando uma pessoa na rua (depois de ter a certeza de reconhecê-la, devido ao uso da máscara, claro). Nesse instante, milhões de indivíduos trocam entre si informações, elogios e oops…farpas (humanos, meu caro, humanos).

E você aí, que toda vida naturalizou as PALAVRAS pelo seu uso cotidiano e indispensável, nunca parou pra pensar DE ONDE ELAS VIERAM ou COMO SURGIRAM?

A palavra oral, por ser imaterial, não pode ser datada em sua origem com extrema precisão. Mas estima-se que todas as línguas tiveram um início em comum, algo como uma “protolíngua”. E que as primeiras palavras estariam relacionadas aos sentimentos mais instintivos do tipo comunicar perigo ou avisar sobre a existência de alimento.

Nós só conseguimos emitir os sons que hoje conhecemos por “palavras”, devido a modificações fisiológicas do nosso corpo que se deram em razão da nossa evolução física para sobrevivência (características observadas apenas na nossa espécie).

Com o avanço da organização social, o ser humano passou cada vez mais a precisar inserir novos termos em seu vocabulário. Ao passo que hoje, a maioria deles é ascendente de línguas antigas. Assim, o processo de constituição de uma palavra pode ser tanto arbitrário (inventado e imposto de maneira aleatória), como criado a partir de prefixos e sufixos de outras línguas.

Então, caro leitor, fale, escreva, leia com a consciência de quem sabe que é também isso que nos humaniza.
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