16 anos da descoberta de Éris

Hoje, 29 de julho de 2021, completam-se 16 anos do anúncio oficial do maior objeto descoberto depois de Netuno: ÉRIS!

Após a primeira visualização, e inicialmente chamado 2003 UB313, não teve registro de seu movimento por quinze meses, até que em 2005 sua descoberta foi oficialmente anunciada pelos cientistas Michael E. Brown, Chad Trujillo e David Rabinowitz.

Novas observações para estimar o diâmetro do planeta mostraram que seu tamanho era inferior ao que se tinha determinado anteriormente, o que provocou a criação de uma nova categoria: planetas anões, reclassificando Éris e rebaixando Plutão, até então o último planeta a partir da nossa estrela.

Mas afinal, o que exatamente determina um planeta anão?

De acordo com a UAI (União Astronômica Internacional), para enquadrar-se como planeta anão o corpo celeste necessita destas condições: orbitar uma estrela; equilíbrio hidrostático, que faz com que sua própria gravidade supere as forças de corpo rígido, tornando-os esféricos; que não seja satélite de outro corpo (uma lua, por exemplo) e que tenham suas órbitas desimpedidas.

Completam a categoria, até então, Ceres, Makemake e Haumea.

Éris é o nome da deusa da discórdia na mitologia grega (talvez você que gosta de Cavaleiros do Zodíaco reconheça esse nome também), e o planeta anão recebeu esse título justamente pela agitação e divergências entre os cientistas para determinar se realmente se tratava de um planeta.

Seu satélite natural recebeu o nome de Disnomia, filha de Eris com Hesíodo na mitologia, e significa desordem.

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